terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Palavras ao vento.

Os esgotos te regurgitam, os céus o cospem fora. De trágicas atmosferas renasces novamente, dentro do seu mundo de extravagâncias. Te ocupas de desejos feitos de fatais pretensões, até o começo do final dos tempos. Há esperança onde vives? As pessoas têm mudado? Deixa-te feliz você ser tão estranho? E no seu mais negro momento, seguras a chama do mistério. Dá para ver o mundo consumido em sua própria dor, estranho. Os replays passam por você, abandonas tuas visões para espreitar por trás da claridade; cor de cristal. Cobertura despedaçada, Rei ateu dos anjos revoltosos acabando com o fim. Os Zepelins chovem as armas da vida em desastre, uma sombra repousa, desafiando o futuro planejado.Mande um pulso do seu coração ao vazio gritando em você, reviva as imagens que por acaso passaram. O mundo está perdido e cansado e somos carne e sangue a desintegrar, sem nada mais para odiar. Nascidos da destruição, os últimos numa fila de últimos; Pálido príncipe de um palácio partido. E aí vem o reino, despencando destruído, soberano de um lugar de nada, de covardia e concessões. Os ponteiros pararam, os céus não podem ignorar, é tudo o que restou. O eco lança para longe a sombra perdida. O Começo é o fim; é o começo, pois a cidade tem medo de você. Ela viu sua verdadeira face

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